27 de junho de 2013


Onde tudo começou

Um dos meus últimos trabalhos, inspirado na artista Jamie Mills-Price

Uma coisa leva a outra nesse mundo viciante das manualidades. Dentro do universo infinito de possibilidades, a cada dia a gente se encanta com uma coisa nova. São técnicas, materiais, combinações, padronagens... É muito difícil ficar numa modalidade só, mas tudo tem um começo. 

O meu foi com a pintura decorativa, em abril de 2004. Foi num daqueles encontros mágicos que a vida nos proporciona que conheci minha profi e amiga Ivete Stelmaszczyk e nunca mais parei. Não só não parei a pintura, como me rendi a várias outras técnicas que conheci a partir dela. Este blog, inclusive, é fruto desse encontro aí, pois há tanta coisa linda que precisava compartilhar!

Foi nas aulas de pintura que descobri o valor de usar o tempo com qualidade e criatividade. E mais: o poder de criação transforma e preenche a vida. Sem falar nos amigos que vamos costurando em cada encontro. 

Que fique bem claro aqui que manualidade não é sinônimo de artesanato da vovó. Quando falo em manualidade me refiro a qualquer trabalho que resulte em uma criação, desenvolvendo a criatividade e a sensibilidade. E que sensação maravilhosa ao ver minha obra finalizada!

Meu objetivo não é doutrinar ninguém, mas, se me permitem, deixo esta dica para quem busca mais qualidade de vida. Como eu disse antes, as técnicas são infinitas. Talvez o mais difícil seja descobrir qual (ou quais) tu gosta. 
Se para vivermos mais e melhor temos que tomar muita água, comer frutas, usar protetor solar e fazer exercícios, eu incluiria, sem sombra de dúvida, a realização de algum trabalho criativo no mesmo nível de importância. Este último item faz muito bem para a mente e para a alma.